Origem e experiência fundadora
Da revisão académica à aplicação prática, a equipa constrói soluções de controlo de risco em ambientes reais e desafiantes.
Fundamentação académica e aplicada
Experiência em análise e modelação
Transparência nos processos e critérios
Transparência total nos métodos de avaliação e critérios de acompanhamento individual.
Atualização e partilha entre pares
Compromisso com atualização e diálogo contínuo com especialistas do setor.
Princípios orientadores: adaptação, rigor e análise crítica
Ajuste dinâmico como eixo central do controlo
A análise de risco e exposição deve ser permanente, nunca um exercício esporádico, e exige um modelo adaptativo capaz de responder a variações de contexto, liquidez e objetivos individuais. O método proposto parte do princípio que nenhuma métrica isolada capta toda a realidade, sendo necessário cruzar indicadores e ajustar a alocação de forma contínua.
Personalização acima de fórmulas fechadas
Rigor, transparência e espírito crítico
Equipa técnica e experiência multidisciplinar
Eduardo Fernandes Tavares
Responsável de análise quantitativa
Especialista em gestão quantitativa de risco com passagem por consultoras internacionais e projetos de modelação de exposição. Colabora em painéis técnicos e revisões metodológicas.
Áreas de atuação principais
Marta Oliveira Pires
Consultora técnica sénior
Foco em avaliação de instrumentos multiativos, implementação de critérios de ajuste e comunicação técnica em ambientes de supervisão.
Rui Manuel Castro Alves
Coordenador de sistemas internos
Experiência em desenvolvimento de sistemas internos de monitorização e backtesting, com atuação no cruzamento de dados setoriais e revisão de procedimentos.
Sofia Lopes Rodrigues
Analista de risco e comunicação
Participação ativa em fóruns de discussão sobre métricas de risco e construção de relatórios comparativos para grupos institucionais, com enfoque na comunicação entre áreas.
Evolução e marcos do projeto
Primeira validação interna
Definição dos princípios metodológicos centrais e primeiros testes internos de ajuste dinâmico em carteiras multiativos. O foco foi sempre na robustez dos critérios e validação das métricas utilizadas.
Partilha técnica inicial
Lançamento do quadro de análise comparativa de exposição e partilha inicial dos resultados em grupos de discussão técnica, promovendo debate e revisão externa.
Monitorização automatizada
Integração de sistemas internos de monitorização de risco, permitindo acompanhamento regular e revisões automáticas de parâmetros definidos.
Revisão e validação externa
Revisão completa dos critérios de avaliação, com publicação de sumários metodológicos e participação em fóruns especializados para validação contínua.